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Estrias na gestação, como evitar #Dica 19

Essa é uma questão muito recorrente nas minhas conversas com futuras mamys.

Eu confesso que sou bem relaxada, mas quando vi meu barrigão mega esticado fiquei com medão do pós parto!

Antes da gestação da Gi, tive um aborto já mencionado em posts anteriores, e naquela gestação eu comprei um óleo do boticário pela internet mesmo é o Bella anti estrias.

Óleo Bella anti estrias boticário

Óleo Bella anti estrias boticário

 

Não gosto de usar creme, menos ainda óleos, tenho a pele muito oleosa e transpiro muito, então vira uma lambansa.

Por volta do 6º mês da gestação minha barriga deu uma mega evoluída e eu comecei a cuidar melhor, passando cremes comuns e depois do banho bastante óleo.

Ganhei duas micro estrias na gestação, uma no umbigo e outra perto do obliquo.

Acredito que a genética tenha me ajudado e o fato de ter a pele oleosa também, e por ter usado o óleo mesmo que tarde.

É importante lembrar de passar bastante óleo também no peito, quadril e bumbum, porque a pele também estica nessas partes e as futuras mamys esquecem de cuidar.

A alimentação saudável, caminhadas leves irão contribuir para o não aparecimento das terríveis estrias, mas saibam que ainda assim, pode ser inevitável que elas surjam, cada gestação é de um jeito e cada corpo reage de uma forma as mudanças hormonais e o estica estica do barrigão.

Quanto a coçar a barriga e dar estrias, eu realmente não sei porque não tive a tal coceira, apenas no peito e me contive para não coçar.

É bacana usar roupas que não apertem, que não pinique (para não dar coceira), evitar o jeans porque limita o movimento e pode acontecer das estrias aparecerem, o bom mesmo são as camisetas do maridão, calças de moletom, shorts bem folgado de malha, vestidos leves de algodão, aquelas batas horrorosas e fora de moda, mas que garantem total conforto! 😉

 

barriga lambusada

barriga lambusada

Furar a orelha da baby #Dica15

Eu nunca tive problemas em fazer tatuagens e colocar piercings, mas se tratando da minha filhota isso é um sofrimento!

Na nossa cultura é quase que obrigação assim que nasce a menina, bora lá furar a orelhinha. Eu morro de dó, porque eles não entendem o que esta acontecendo e penso “e se quando a Gi crescer, ela quiser seguir alguma doutrina religiosa e ficar brava porque eu furei a orelha dela?!” (sim, é totalmente absurdo, mas eu já pensei nisso!).

Enfim, a Gi veio ao mundo e logo começaram com a pressão sobre furar a orelha dela. Eu não cedi, falei para todos os interessados que só faria o furo quando ela completasse os 5 meses.

Minha sogritcha (vovó de primeira viagem) me pentelhou para fazer logo o furo, fiquei firme e disse que se ela quisesse poderia ir providenciando o primeiro brinco (de ouro, claro!). Nem se quer perguntei para a pediatra se deveria furar a orelha da Gi, porque sinceramente, eu não tava afim de furar ainda.

Esperei até a Gi completar os 4 meses e meio (data entre duas vacinas para não judiar tanto), perguntei para pediatra se já podia, ela disse que quanto antes furar melhor. Chamei a Dinda da Gi (Dona Leticia) para leva-la comigo aqui na Farmácia Central (nessa farmácia tem a Dona Luzia que fura orelha do povo de Bragança desde sempre e não usa maquininha).

Fomos cedinho (caso desse alguma reação, poderíamos correr pro PS), chegando lá uma moçinha passou uma pomada anestésica e pediu para esperarmos 30 minutos (tempo para pomada fazer efeito e o brinco ser esterilizado).

Passado o tempo, retornamos e nos deparamos com uma outra marinheira de primeira viagem e sua filhota Alice (que estavam na nossa frente para furar). Ai que dó da baby! Saiu da farmácia aos berros, vermelhona de tanto chorar (e a mãe ficou p#$@ da vida porque a baby sentiu dor?! Não fez muito sentido, já que é obvio!).

Chegou a vez da Gi, entreguei ela para a Dinda, entraram na salinha junto com uma amiga nossa, pedi para elas cantarem galinha pintadinha para relaxar a Gi. Deixaram a porta aberta para se eu tivesse coragem. Ouvi o gritinho da Gi, corri lá pra dentro, primeiro furo OK. Ouvi outro gritinho, corri lá pra dentro, pronto, segundo furo OK também. A Gi parou de chorar assim peguei ela no colo fiz um mimo. Tiramos uma foto que vai para o site da farmácia (que eles ainda não disponibilizaram).

Entrei no carro, dei mama pra Gi e foi isso, ela não teve reação, não infeccionou, não passei pomada, nem fiz compressa, só lavei com bastante água e sabão no banho (dava uma rodadinha de leve para não formar casquinha), secava bem e passava o álcool 70% (ainda não troquei o brinco, até porque não há necessidade).

Mas que dá uma dó, ah dá!

Ai a primeiro foto no dia em que furou a orelha 🙂

 

dinda

Gi e a Dinda Leticia

 

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